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A efervescência dos espumantes é resultado da quantidade de CO2 (dióxido de carbono), produzido a partir da fermentação, dissolvido no vinho.
São aproximadamente seis os métodos existentes para a elaboração de vinhos espumantes, mas o exemplo mais conhecido é o champanhe, elaborado pelo método tradicional ou champenoise, quando a segunda fermentação ocorre na mesma garrafa na qual o vinho será comercializado. Os cavas espanhóis e alguns espumantes produzidos na Bairrada são elaborados a partir desta mesma técnica.
Outros espumantes são produzidos a partir da segunda fermentação em tanques de aço inoxidável, pelo método conhecido como Charmat – que leva o nome de quem o criou.
Nestes casos, o gás carbônico que resulta da segunda fermentação é retido no tanque, criando a efervescência pretendida. Entre as vantagens do Charmat está o fato de que os vinhos assim produzidos, geralmente não precisam envelhecer por tanto tempo para serem lançados no mercado, diferentemente dos elaborados a partir do método tradicional.